Rabanada Romana

Rabanada Romana

O livro de receitas De Re Coquinaria é atribuído a Apicius, que teria vivido na Roma Antiga, entre 25a.c. e 37 d.c. É uma das únicas formas de conhecer a cozinha romana da era antiga, porém essas receitas só foram reunidas por monges, já na era medieval. Usaremos esse livro para uma receita que é uma das primeiras formas de rabanada.

Quanto ao nome, parece que não há nenhum. No livro, o nome é “Aliter Dulcia”, que em latim só quer dizer “outro doce”, ou “outra forma de doce”, já que essa receita faz parte de uma sequencia de doces caseiros (dulcia domestica).

O objetivo da rabanada é mais claro no seu nome em francês: pain perdu (pão perdido), que é salvar aquele pão que já está duro que nem pedra. Hoje em dia isso parece estranho, já que existe um pão específico para fazer as rabanadas.


A receita mesmo é feita da mesma forma que a rabanada atual. A única diferença é que se põe mel, em vez de açúcar e canela. Pra quem nunca fez rabanada, seguem as instruções de Marco Gavio Apicio:

Fatiar finamente pão branco.
Molhar em leite batido com ovos.
Fritar em óleo.
Cobrir com mel e servir.
Na hora de molhar o pão, não deixe muito tempo no leite não, senão fica mais difícil de fritar, além de ficar mole demais e mais difícil de ficar crocante.

fonte: De Re Coquinaria, receita número 296.

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